Imperdíveis:
A inquietude (Do mesmo autor do polêmico “Esfíncter”)
Texto: Valère NovarinaDireção: Thierry TrémourouxElenco: Ana Kfouri
Teatro Poeira, Na São João Batista, no comecinho dela
Até 10 de fevereiro
Terças e quartas 21h R$30,00 com meia (assinante do Globo tem um descontinho)
http://www.novarina.com/novarina/index.php
Corte Seco (a crítica está ótima e o público tem gostado muito)
Texto e direção: Christiane JatahyElenco: Cristina Amadeo, Daniela Fortes, Eduardo Moscovis, Thereza Piffer, Felipe Abib, Ricardo Santos, Stella Rabello, Branca Messina, Leonardo Netto
Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá
Até 31 de janeiro
Sextas e sábados 21h e domingos às 20h
R$30,00 também.
http://www.corteseco.com
“Simplesmente eu, Clarice Lispector” voltou para o Rio de Janeiro. Está agora no SESC Ginástico
Sopros de vida
Texto: David HareDireção: Naum Alves de SouzaElenco: Nathalia Timberg, Rosamaria Murtinho
CCBB, Rua Primeiro de Março, Centro do Rio
De quarta a domingo, 19h
R$10,00 (É necessário comprar com antecedência ou fazer reserva. Correntistas do Banco do Brasil tem desconto de 50%)
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sábado, 12 de setembro de 2009
FIK A DIK

Literatura
49 contos de Tennessee Williams
49 contos de Tennessee Williams
Companhia das Letras
Teatro
Sonho de Outono, texto de Jon Fosse
Centro Cultural dos Correios
de quinta a domingo, 19h
R$ 15,00 (com meia entrada)
Cinema
Lugares Comuns
direção de Adolfo Aristarain
Little dragon
Álbum: Machine Dreams
Selo Love-Da-Records
Selo Love-Da-Records
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teatro
sábado, 8 de agosto de 2009
Moby Dick

Depois do lançamento da edição definitiva do romance monumental do escritor norte-americano Herman Melville, estreia nos palcos cariocas uma belíssima montagem do diretor Aderbal Freire-Filho do texto que mistura meditação filosófica, tratado científico, história da arte, tragédia shakesperiana e narrativa de viagens. Trata-se de Moby Dick, um romance de mais de 600 páginas, traduzidos para uma ilha de vertigens no meio do placo.
Acompanhamos em um barcotablado a aventura do capitão Ahab pelos mares do Pacífico-Sul em cima do baleeiro Pequod na caça da baleia cachalote de nome Moby Dick, que havia arrancado uma perna sua, e vivia pelos mares com vários arpões e ferros enterrados em seu corpo.
Essa busca pela baleia é obssessiva, doentia, coloca em risco a vida de todos no navio. A baleia possui um sentido extremamente alegórico na narrativa e vale dizer que provavelmente nem mesmo o Melville sabia dizer o que ela realmente significava. Os quatro atores, Chico Diaz, Isio Ghelman (inúmeras montagens apenas no Tetaro Poeira), Orã Figueiredo e André Mattos (uma grande surpresa) estão excelentes, viscerais mesmo. Mas quem me surpreendeu mesmo foi o Chico Diaz, que faz o capitão Ahab e também outros personagens. O corpo do ator se contorce, gira, grita, se transforma em baleia. Empreendimento audaz do sempre audaz do diretor Aderbal Freire-Filho, que nos diz no prospecto que a peça não é uma adaptação do romance, que levaria dias, mas um "retrato 3x4 da baleia".
Muito bom dizer também que a peça prima pelo texto. Somos colocados diante de um dos maiores textos da Weltliteratur, considerados por muitos a maior obraprima norte-americana. Deixo a palavra com Borges: "Página a página, o relato se agiganta até superar o tamanho do cosmos: a princípio o leitor pode supor que seu tema é a vida miserável dos arpoadores de baleias; em seguida, que o tema é a loucura do capitão Ahab, ávido por acossar e destruir a Baleia Branca; depois, que a Baleia e Ahab e a perseguição que esgota os oceanos do planeta são símbolos e espelhos do Universo." Não temos apenas na nossa frente a adaptação de um relato de aventuras, mas um romance transcedental. Melville julga que todas as coisas do mundo possuem um sentido espiritual.
Parabéns para a direção musical de Tato Taborda, cenário de Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque e iluminação do Maneco Quinderé. E parabéns para a Marieta Severo e Andréia Beltrão por nos dar esse espaço maravilhoso no Rio que é o Teatro Poeira, espaço de espetáculos sempre primorosos.
Moby Dick
quinta e sexta, 21h, R$40,00
sábado, 21h, R$50,00
domingo, 19h, R$50,00

sexta-feira, 26 de junho de 2009
In on it

temporada de "In on it" prorrogada até julho.
Fernando Eiras e Emílio de Mello, literalmente in, num texto de Daniel MacIvor (nunca tinha ouvido falar).
dispensa comentários, é daquelas que tem que ir e ponto...
Oi futuro
de sex a dom, 19:30
R$15,00 (venda de ingressos na terça para o fim de semana corrente)
domingo, 21 de junho de 2009
Quartett
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