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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Notre musique




Só agora nos últimos dias eu consegui tempo para ouvir alguns álbuns que vinha coletando desde meados deste ano, mas que só conseguia ouvir uma ou outra música.
Acho que dá tempo ainda né!
1. Ben Clock - One
O DJ alemão, no seu primeiro álbum, conseguiu unir violência e experimentalismo, arrepios de frio e arrepios de emoção. Destaque para a esquizofrênica "Init two".

2. Melody Gardot - My one and only thrill
Linda e com uma voz de doçura impressionante, me fez lembrar Julie London em vários momentos. Impactado com a melancólica "Your heart is as black as night"


sábado, 12 de setembro de 2009

FIK A DIK


Literatura
49 contos de Tennessee Williams
Companhia das Letras








Teatro
Sonho de Outono, texto de Jon Fosse
Centro Cultural dos Correios
de quinta a domingo, 19h
R$ 15,00 (com meia entrada)








Cinema
Lugares Comuns
direção de Adolfo Aristarain








Música
Little dragon
Álbum: Machine Dreams
Selo Love-Da-Records






















sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ouvi

Duas recentes descobertas musicais:
1. Gabo Ferro

Descobri o moço argentino no ótimo blog do Zeca Camargo, isso mesmo, o apresentador global. Foi amor à primeira audição:

http://www.youtube.com/watch?v=lGYJdv1ta-E


2. Filthy Dukes


O trio de electro daí da foto de não sei que país também me deixou, digamos, apoplético. Se um treco desses toca em alguma dessas festas xoxas que tem rolado aqui no Rio, eu acho que serei forçado a sair de mim.

http://www.youtube.com/watch?v=dPD0jB53Vbo

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

é né, né mesmo?

Música é música. (dãa!!) Mas música também é letra.
Parece infantil e talvez não acrescente nada a quem for ler esta postagem, mas ajudando meu irmão em um dever de casa de interpretação de texto, acabamos discutindo sobre o que pode nos trazer felicidade e ele disse que fica muito feliz quando consegue passar de uma fase no video game.
Enfim, lá vai uma letra de música que me deixa sempre radiante, apesar de ser muito triste. Delicate, do Damien Rice, do álbum "O", assaz delicada (sempre quis usar esta palavra).


We might kiss when we are alone
nobody's watching
We might take it home
We might make out when nobody's there
It's not that we're scared
It's just that it's delicate

So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known?
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you?
Why do you sing with me at all?

We might live like never before
When there's nothing to give
Well how can we ask for more
We might make love in some sacred place
The look on your face is delicate

So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known?
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you?
Why do you sing with me at all?

So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known?
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you?
Why do you sing with me at all?



sexta-feira, 26 de junho de 2009

Je veux tout savoir



Lançada pelo selo do Joakim Tigersushi, Alice Daquet aka Sir Alice tem 3 álbuns na bagagem e cada vez mais se enquadra perfeitamente no rótulo de experimental, com seus abstracionismos e "barulhinhos bons". Mas a moça consegue chegar na nossa derme e causar um friozinho a cada ruído de sua música, ou levar ao êxtase com faixas mais, digamos assim, normais. Sem mais delongas, procurem pela mulé aí...

Álbuns pelo Tigersushi

1

?

n.02

(os nomes dos discos são esses mesmos, ok)


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Cat Power

Show de Cat Power no Brasil, a nova musa do folk americano...
só digo isso!
Rio (HSBC ARENA) e Sampa (Via Funchal)
JULHO!! ingressos entre R$80,00 e R$320,00 no Rio.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

The whitest boy alive

Não levem a mal a carinha de indie que eles tem, apesar de terem começado como um projeto de música eletrônica e também terem se aproximado um pouco da sonoridade rockzescainfantilóide no primeiro álbum, "Dreams".
No recente "Rules", eles mostram que amadureceram bastante, levando as canções a momentos bem jazzy e com algumas pitadas de afro beat, sem descaracterizar o pop que canta as mazelas do amor com a inconfundível voz de Erlend Øye, que precisa ser enfrentado com courage, aliás, ótimo hit dos rapazes. Paara ouvi-los, cace-os no myspace ou baixe descaradamente...
Fica a dica!
Rules
The whitest boy alive